Em tempos de desemprego em alta, uma
atividade que ganha força é a recolocação profissional, exercido por agências e
empresas de consultoria.
As terminologias usadas para as atividades
exercidas na área da recolocação de empregos – headhunting, outplacement, job hunting – tornaram-se comuns em
nosso dicionário.
Em linhas gerais, a prestação de serviço
realizada por empresas deste segmento segue três hipóteses distintas: a) quando
uma empresa, ao demitir um funcionário, busca no mercado uma consultoria para
auxiliar o trabalhador a se recolocar, serviço conhecido como outplacement; b) quando uma empresa, ao
abrir uma vaga em seu quadro funcional, utiliza-se dos serviços de consultoria
para selecionar e recrutar executivos com o perfil pretendido, o chamado headhunting – em ambos os casos, quem
custeia os serviços é a empresa, nunca o candidato; c) outra possibilidade é
quando o próprio executivo ou profissional, interessado em obter uma vaga no
mercado de trabalho, contrata os serviços de recolocação profissional ou job hunting. Neste caso, é o
profissional quem contrata os serviços da consultoria, de acordo com sua
necessidade e expectativa, remunerando pessoalmente aquela pelos serviços
prestados.
Antes da
contratação, é importante que o consumidor obtenha informações confiáveis sobre
a empresa. Isso pode ser feito por meio de indicação de conhecidos que já
tenham utilizado o serviço, também consultando o cadastro de empresas
reclamadas no Procon de seu estado ou ainda em sites de relacionamento como o
Linkedin (www.linkedin.com),
pois muitos profissionais colocam em fóruns de discussão denúncias contra as
empresas que não prestam o serviço de forma correta.
Ao assinar o
contrato o consumidor deve estar ciente de todas as condições estipuladas e,
para isso, o contrato deve ser claro, preciso e objetivo. É aconselhável que o
interessado pesquise preços, pois a cobrança dos honorários no momento da
recolocação pode chegar a cerca de 70% do valor do primeiro e até do segundo
salário a ser recebido.
Nunca feche contrato
logo na primeira reunião: Leve o contrato para casa para lê-lo com calma. Se a
empresa não deixá-lo levar o documento para casa, desconfie. Da mesma forma, se
a empresa disser que chegou a você via indicação de alguém, peça o nome dessa
pessoa. Desconfie se houver recusa em fornecer os dados de quem recomendou seu
nome.
Não se iluda: não existe garantia de emprego!
E você, tem alguma experiência que queira compartilhar a respeito do tema?

Nenhum comentário:
Postar um comentário